segunda-feira, 29 de abril de 2013

Cuidado com a pipoca de micro-ondas. Não exagere

A pipoca é um dos artigos mais populares do mundo, degustada com frequência em estádios, em cinemas e também em casa

Os fabricantes vendem três bilhões de saquinhos de pipoca de microondas por ano
 [fonte: 
Seattle Post-Intelligencer (em inglês)]
Basta botar a embalagem no forno e esperar cerca de três minutos. Quem não quer praticidade numa tarde preguiçosa? O problema é que essa rapidez toda traz doses de gordura. A pior gordura é a trans, acusada de levar ao entupimento de artérias, que as indústrias tentam substituir por tipos mais saudáveis. Desculpe a insistência, mas fique atento no rótulo.

Já a notícia ruim é que agora há um composto denegrindo a imagem da pipoca de micro. Alguns médicos e grupos de consumidores têm se preocupado porque um composto químico, utilizado para dar à pipoca de microondas seu delicioso sabor de manteiga, pode ser uma séria ameaça à saúde. Trata-se do diacetil, um flavorizante que confere sabor e aroma de manteiga ao produto. Segundo estudiosos dos Estados Unidos, sua inalação contínua é capaz de causar danos aos pulmões. Tudo bem, haja pipoca até que isso aconteça. Mas, exagerados ou não, os americanos exigem a retirada do ingrediente. Por aqui só nos resta ter cautela e evitar respirar o ar que sai quando abrimos o pacote.

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