quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Meditação


A meditação – é o estado de mente vazia (“não mente”). A mente tranqüila e serena permite enxergar o divino, o sagrado, os detalhes, o que está fora do nosso alcance do nosso olho físico, aumentando nossa percepção e aguçando a nossa curiosidade. A meditação nos coloca em alerta, abre o nosso terceiro olho; o da intuição para que possamos ver mais longe, fora desta realidade, abrindo a oportunidade de receber informações de outras dimensões e planos. Conecta a nossa alma com o invisível, com o imponderável, ligando a novos mundos além da imaginação e da nossa vã filosofia humana. Permite criar e recriar novos conceitos, tirando a venda dos nossos olhos, que não nos permite apreciar o doce sabor da vida. A meditação nos deixa serenos, cada um em paz consigo mesmo, em harmonia com tudo que nos cerca, vendo a beleza da vida ultrapassar os caminhos da verdade. Ela aumenta a capacidade de perceber a vida na sua plenitude e com todo o seu esplendor. A astronomia e a microbiologia nos ensinam que o mundo é muito maior e mais complexo do que parece à primeira vista. O mundo que podemos perceber é uma mera fatia do universo multidimensional que vai além dos nossos sentidos e até mesmo da nossa matemática. Nossas palavras humanas como vontade, pensamento e mente, são pequenas demais para podermos imaginar a entidade por trás da criação do universo inteiro, quanto mais de vários universos. Aceite o momento presente e entre em quietude amorosa.

Adonai Zanoni - Coach Life e Empresarial


terça-feira, 11 de setembro de 2012

Beauty Fair - Feira Internacional de Beleza Profissional



Termina hoje A Beauty Fair - Feira Internacional de Beleza Profissional, um evento anual de negócios formatado para atender toda a cadeia produtiva do segmento de beleza como profissionais, indústria, comerciantes, distribuidores, importadores e exportadores. 

O evento é reconhecido por oferecer uma programação educacional variada e completa aos profissionais e empresários do setor. Por investir em novos formatos e trazer renomados especialistas para contribuírem com sua experiência de mercado, a Beauty Fair garante conteúdo de qualidade e atual por meio de congressos, workshops, simpósios, vídeos-conferência e shows.

É na Beauty Fair que os profissionais têm acesso, em primeira mão, aos lançamentos de produtos, equipamentos e serviços e ainda ficam por dentro das principais tendências de beleza.

Na última edição (2011), a Feira atraiu mais de 130 mil visitantes numa área expositiva de 82 mil m², organizada por setor: Estética, Profissional, Varejo e Negócios. O volume de negócios gerado por seus expositores foi de R$390 milhões, o que a consolidou como o maior e mais completo evento do segmento de beleza das Américas e o 2º maior do mundo.

A Beauty Fair é o único evento brasileiro que faz parte da WBSA (World Beauty Show Alliance), uma aliança entre as principais feiras profissionais de beleza do mundo, que tem como objetivo aproximar os mercados e encurtar caminhos nas relações comerciais. A WBSA conta também com a Premiere Orlando (EUA), a Salon Look Internacional (Espanha), a Expo Cosmetica (Portugal) e a Expobelleza (Equador).

São 450 expositores, 900 marcas, 130 mil visitantes, 82 mil metros quadrados de área expositiva setorizada: Profissional, Negócios, Varejo e Estética. Local: Expo Center Norte
Paulo Persil e Maurício Pina contagiam o público na Beauty Collection

Cruz Diez: cor no espaço e no tempo



A Pinacoteca do Estado de São Paulo apresenta a exposição Carlos Cruz-Diez: A cor no espaço e no tempo, com cerca de 150 obras, entre pinturas, gravuras, ambientes cromáticos, desenhos e vídeo. Há mais de cinco décadas, Carlos Cruz-Diez (Venezuela, Caracas, 1923) vem pesquisando ativamente as origens e a ótica das cores. Sua extensa obra inclui estruturas não-convencionais de cor, ambientes de luz, intervenções em via pública, projetos de integração arquitetônica e trabalhos experimentais que engajam a resposta do olho humano enquanto insistem na natureza participativa da cor.

A exposição apresentada na Pinacoteca do Estado refaz a trajetória do artista, desde suas pinturas figurativas a óleo, raramente vistas, realizadas quando Cruz-Diez ainda era um estudante (1940), até explorações plenas de cor em movimento (2000). Entre os trabalhos apresentados na mostra está a série cores físicas - que consiste em uma sequência de linhas coloridas alinhadas verticalmente e de filtros refletores que são modificados conforme o ângulo da luz ambiente e da posição do observador, projetando, assim, a cor no espaço e criando um efeito que evolui continuamente, dependendo do deslocamento do observador. Cerca de 50 Fisicromias serão expostas pela primeira vez, revelando os oito estágios que marcam a evolução conceitual e tecnológica da série.


A natureza instável das cores oferece o ponto de partida para as investigações cromáticas de Cruz-Diez. Para ele, a cor não é um pigmento depositado sobre uma superfície sólida, mas uma “situação” que resulta da projeção de luz sobre objetos e da maneira como essa luz é processada pelo olho humano. Na medida em que a cor depende do deslocamento do observador diante da obra, ela cria uma experiência participativa e interativa no espaço e no tempo. “Geralmente considerada no contexto da arte cinética, a importância da grande obra que Cruz-Diez produziu desde a década de 1950 vai além das questões de movimento, vibração e pura retinalidade. Desde o início, Cruz-Diez concentrou sua pesquisa e seus experimentos em uma questão crítica: a investigação da cor como um organismo vivo em constante estado de transformação. Esta exposição tem por objetivo mostrar suas conquistas inéditas e radicais nesta área,” afirma a curadora Mari Carmen Ramirez.




A mostra Carlos Cruz-Diez: cor no espaço e no tempo traz uma seleção de obras que pertencem ao acervo da Cruz-Diez Foundation no MFAH (Museum of Fine Arts Houston) e ao Atelier Cruz-Diez em Paris e no Panamá, além de coleções públicas e particulares na Alemanha, Espanha, França, Inglaterra, Itália e nos Estados Unidos.


Cruz-Diez: cor no espaço e no tempo
Data: até 23 de setembro.
Horário: de terça a domingo das 10h às 18h.
Preço: R$ 6,00; grátis aos sábados; crianças até 10 anos e idosos não pagam.
Local: Pinacoteca do Estado.
End.: Praça da Luz, s/nº - Luz, São Paulo
Tel.: (11) 3324-1000.

domingo, 9 de setembro de 2012

Gravuras de Lasar Segall - Exposição no Maes, em Vitória

Mostra é aberta ao público, com entrada gratuita. 


Obra "Mãe Morta"- Gravura criada por Segall
O talento do pintor lituano/brasileiro Lasar Segall contempla mais uma exposição que chega ao Museu de Arte do Espírito Santo Dionísio Del Santo (Maes), em Vitória, denominada “A Gravura de Lasar Segall: Poesia da Linha e do Corte”. Aberta ao público, a mostra poderá ser visitada até o dia 28 de outubro, com entrada gratuita. A exposição conta também com obras de artistas convidados do Espírito Santo. 

As gravuras apresentadas nessa exposição datam entre 1913 e 1930, frutos da mente criativa do artista. Segall reproduzia as gravuras em formas chapadas e também com muitos contrastes entre o preto e o branco. 

Ainda durante a mostra serão exibidos, no auditório do MAES, vídeos sobre o contexto histórico cultural de Lasar Segall, seu trabalho e as técnicas costumava utilizar. 

Exposição: “A Gravura de Lasar Segall: Poesia da Linha e do Corte”
Local: Museu de Arte do Espírito Santo Dionísio Del Santo (MAES)
Horários de visitação: terças, quintas e sextas: 10h às 18h
Quartas: 10h às 21h
Sábados, domingos e feriados: 10h às 17h
Data: de 10 de agosto a 28 de outubro de 2012
Entrada Gratuita
Visitas agendadas: http://museudeartes.wordpress.com/
Informações: (27) 3132-8390 

Lasar Segall (Vilnius, 21 de julho de 1891 — São Paulo, 2 de agosto de 1957) foi um pintor, escultor e gravurista judeu brasileiro nascido na Lituânia. O trabalho de Segall tem influências do impressionismo, expressionismo e modernismo. Seus temas mais significativos foram representações pictóricas do sofrimento humano: a guerra, a perseguição e a prostituição. 

No ano de 1923, Lasar Segall mudou-se definitivamente para o Brasil. Já era um artista conhecido. Contudo, foi aqui que, segundo suas próprias palavras, sua arte ficou como o "milagre da luz e da cor". Foi um dos primeiros artistas modernistas a expor no Brasil.

Lasar Segall - Progrom                                                              Lasar - Interior de Indigentes
Lasar Segall - Navio de Emigrantes                                        Lasar Segall - A Família Enferma
Lasar Segall - Aldeia Russa                                                                 Lasar Segall - Bananal

sábado, 8 de setembro de 2012

Príncipe Harry e seus berloques reais

A última moda e como usar
por LULA RODRIGUES publicado no site globo.com









Agora que a poeira parece ter baixado, este blog bota a boca no mundo contando a nossa versão sobre a nudez do nosso príncipe favorito. Com todo o respeito à todos os tipos de mídia, que alardearam o aristocrata pelado, HRH Harry, na contramão da parabóla "A roupa Nova do Rei", estava heroicamente vestindo seus - ao que tudo indica - inseparáveis, berloques.

Acima, na foto da direita, detalhe da que causou escândalo, com esforço e lupa, os penduricalhos podem ser distinguidos. Já na da esquerda, podemos ver pulseiras nos dois punhos e o cordão no pescoço real. Abaixo, as jóias plebeias do príncipe clicadas há mais ou menos um ano.


A onda das jóias masculinas há algum tempo vem querendo emplacar. De 2010, para cá, a febre dos berloques sutis, aos poucos toma conta do mundinho dos homens. Certamente o endosso de HRH Harry, colabora com isso. 




Em dia com seu corpão ele dá mostras de que vive o seu tempo. E, o mais bacana, a seu modo blasé aristocrático, que nos encanta mais ainda, cumpre todos os protocolos, mas sempre que pode, os transgride. Mas, na hora H de assumir o seu papel de príncipe, o faz como manda o figurino. No começo do ano, para receber o trofeu como um dos homens mais elegantes da Inglaterra, em 2011, atacou de terno feito no alfaiate da família, em Saville Row, deixando as "joias plebéias", na gaveta.



As joias discretas, preciosas ou não, que aqui chamamos simplesmente de "berloques", estão sendo "the talk of the town" (o babado) no universo corporativo e também no meio dos jovens antenados que leem a Nylon Guys . A revista já sinalizou a onda desde o ano passado. Na matéria "Encare a onda das bermudas", a Coordenadora do Caderno Ela, Melina Dalboni, mostrou versões nacionais.

Certamente a foto do HRH Harry de t-shirt e na possante moto, incentivou uma galera jovem. Ligada no seu tempo, a grife de jóias Vivara lançou "berloques (jóias de verdade) deluxe", em materiais nobres, como podemos ver abaixo.





Além de aparecerem também em editoriais das melhores revistas, as discertas puseirinhas finas (algumas bem caras) e penduricalhos como cordões, já tem passe livre em escritórios. As criações de Luis Morais, se destacam no site de vendas "Mr Porter", minha leitura de todos os dias. Os preços variam de US$ 800 a US$ 2400. Uma nova descoberta: o portal, Bazouk.com, que tem uma selação bacanissima de abotoaduras. O diretor criativo deles, me segue no Twitter e já conhece este blog, no Ela Digital. Abaixo, os berloques de Morais.



"SERVIÇO": como usar "berloques deluxe" no escritório?

1- Devem ser discretos, quase imperceptíveis. Como as meias de Paul Smith, devem chamar a atenção apenas dos que se ligam em detalhes.




2 - Não podem competir com relógios ou abotoaduras. "Less is more" domina a estética dos verdadeiros "berloques deluxe".



3 - Se você for um colecionador e possuir variedade, combine com tons de gravata, mas seja sutil. Um berloque por mais luxuoso que seja não pode concorrer com seu relógio "Panerai".



4 - Depois que o rapper, produtor e milionário Jay Z, emplacou seu posto vitalício de "Man of the Year", na revista GQ, e o produtor Pharell Williams, adotou cardigan combinando com camisas sociais caras e gravatas idem, da Louis Vuitton, as peças "bling bling" (jóias tradicionais do hip hop), deram lugar às aboatoaduras e prendedores de gravata, caros.

As do Mr Z, combinam com a discrição de seus ternos impecáveis. O moço tem suas medidas no atelier "custom made" de Richard James, em Londres, assim como Jude Law e Bryan Ferry.

Portanto maximalistas do universo street, se liguem no que está sendo chamado de "high street" ou melhor, "urban". Entrem na onda minimalista, mas esqueçam dos prendedores de gravata. #Odeio, acho cafona, "tacky". Mas isso é pessoal. Não tem gente que odeia jiló? Pois é, eu adoro. Pronto!

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

7 de Setembro - Independência do Brasil

Semana da Pátria
O famoso quadro "Independência ou Morte", também conhecido como "O Grito do Ipiranga", de Pedro Américo

A semana em que o país comemora a Independência não comporta apenas discursos cívicos que lembrem aos brasileiros a glória do “Grito do Ipiranga”. O brado de Dom Pedro não é senão o símbolo de nossa independência - que afinal ocorreria com ou sem o gesto do Imperador. O que todos nós deveríamos fazer hoje é passar em revista os conceitos em que se funda nosso patriotismo e verificar, com isenção, se os ensinamentos em que de boa fé acreditamos, correspondem, verdadeiramente, aos fatos históricos reais.

Existe, por parte de certos autores, uma espécie de preocupação em mostrar o Brasil como um país cordato, sem alma... Aqui, pelo que se ensina, nada aconteceu de mais sério ou grave, desde a colonização até a Independência.

Segundo esses mesmos autores, tudo foi sempre calmo, sereno e sem maiores problemas. O que se pode deduzir desses ensinamentos é que os brasileiros sempre viveram numa ilha de paz e tranqüilidade. Nossa independência foi tranqüila, bastou um grito; a abolição da escravatura, a república, tudo foi acontecendo quase que sem maiores dificuldades - é o que se depreende das lições decoradas na escola.
Talvez tudo isso não seja intencional, mas o certo é que o vazio deixado por tal tipo de informação acaba por contagiar a todos, dando a impressão de que aqui não é preciso fazer nada, pois as coisas simplesmente acontecem. No momento da Independência, surge um Príncipe; na hora de abolir a escravidão, vem uma Princesa; e, quando chega o momento de se fazer a república, aparece um Marechal. Até parece um conto de fadas. 

E, com essa colocação falsa e enganosa, perdem-se importantes lições de brasileiros lutando, sofrendo, oferecendo mesmo suas vidas em defesa de seus ideais. E um exemplo disso, é o extenso e espinhoso caminho percorrido para se chegar à nossa Independência.

Além de contarmos os milhares que lutaram e morreram desde 1720, com o primeiro grito de liberdade, até 1817, com a última rebelião colonial no nordeste, deve-se destacar a longa e sangrenta Guerra da Independência iniciada em 1822, após o ato de D. Pedro I.

Se Bolívar, em 1824, chegou a comandar 9 mil homens, entre colombianos e peruanos e San Martin, em 1817, contou com 8 mil homens; se o máximo de força do exército de Washington, no verão de 1776, foi de 18 mil homens, as forças brasileiras em luta, na Bahia (13 mil homens) e no Maranhão (11 mil homens), ou mobilizadas no Rio de Janeiro (10 mil homens) ultrapassam qualquer destas cifras. A independência não foi, portanto, uma vitória incruenta. A Independência é o fruto de uma guerra, não é dádiva de Portugal, nem um presente da Casa de Bragança.

Em síntese, desde o primeiro grito de Felipe dos Santos, em 1720, até a assinatura do tratado pelo qual Portugal reconhecia a independência do Brasil, em agosto de 1825, passaram-se mais de 100 anos de lutas, sacrifícios e mortes.

Por esse exemplo, vemos como é ilusória a postura dos que querem dizer que o Brasil é um país sem alma, cuja história foi construída através de atitudes individuais. Se assim o fosse, nada teríamos conseguido. É preciso ensinar aos jovens brasileiros que a pátria é, sobretudo, um fenômeno de consciência coletiva a brotar de um pacto de solidariedade, de uma harmonia de interesses, de uma convergência de aspirações.

A obra de sofrear o papel dos brasileiros, de esquecer os combatentes, os soldados, os mortos, os feridos, a esquadra, os marinheiros, as misérias sofridas pelo povo, tudo isso para elevar Dom Pedro I, é um esforço impatriótico, que empobrece a nação, despoja-a de seu patrimônio cívico e espiritual!


de um colaborador anônimo

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Curiosity - Há Vida no Planeta Marte?



No dia 26 de novembro do ano passado, após dez anos de trabalho e a um custo de 2,5 bilhões de dólares, a NASA enviou a Marte um Jeep-Robô, sugestivamente chamado “Curiosity”. Objetivo da missão: verificar se há, ou se houve, vida no “planeta vermelho”. Com uma velocidade média de 9.000 quilômetros por hora, a nave demorou 262 dias para percorrer os 56,7 milhões de quilômetros que separam a Terra de Marte.

O Curiosity foi projetado para avaliar se Marte já teve um ambiente capaz de sustentar formas de vida mesmo que microscópicas. Em outras palavras, a sua missão é determinar "habitabilidade” do planeta. Para descobrir, o veículo transporta o mais avançado complexo de instrumentos para estudos científicos já enviados à superfície marciana. 

O chamado “Mars Science Laboratory” conta com enormes inovações tecnológicas, especialmente para pouso. A nave desceu em um pára-quedas e, em seguida, durante os segundos finais antes do desembarque, baixou o veículo na posição vertical sobre uma corda para a superfície, como uma grua (veja o vídeo de animação no final). 

Agora na superfície, o veículo de 3 metros de comprimento e 900 quilos, é capaz de passar por cima de obstáculos de até 75 cm de altura e viajar até 90 metros por hora num ambiente com temperaturas que vão de 30°C a -128,8°C. O clima marciano é um bocado diferente do nosso. Para comparação, a temperatura natural mais baixa já registrada na Terra foi de -89°C, na Antártida. Para lidar com isso, o Curiosity carrega um sistema de energia nuclear capaz de dar à missão uma vida útil de operação de um ano marciano completo (687 dias). 

Imagem registrada pela câmera
Todo mundo quer ver imagens de Marte e, por isso, não podem faltar dispositivos capazes de capturar essas imagens exclusivas para nós. No total, a sonda Curiosity possui 17 câmeras fotográficas, incluindo uma capaz de produzir vídeos, além de possibilitar fotografias panorâmicas de 360°. Além disso, mais quatro câmeras acopladas nos cantos da sonda ajudam o equipamento a montar um mapa tridimensional dos obstáculos do planeta, para poder contorná-los ao se locomover.

O robô já ganhou um perfil na rede social Facebook e outro no Twitter, onde a equipe da NASA publica as novidades da missão como se fosse o próprio Curiosity relatando a aventura na primeira pessoa. No Facebook, Curiosity escreveu: “Atenção! Meu mastro acionou perfeitamente. Estou dando uma olhada em volta, registrando umas imagens como essa da minha sombra”